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Presidente do Sinter convoca manifestação por atraso no pagamento de salário

Em vídeo divulgado nas redes sociais, Flávio Bezerra reclama da postura do Governo e convoca mobilização para esta sexta-feira, às 8h30


- Reprodução

 

O presidente do Sinter, Flávio Bezerra, usou as redes sociais para reclamar da postura do Governo do Estado em relação ao pagamento dos salários dos profissionais da educação que deveria ter sido feito nesta quinta-feira (10), conforme acertado em reunião realizada semana passada com o governador Antônio Denarium.

Ele também convocou os profissionais de educação para uma manifestação que será realizada nesta sexta-feira, às 8h30, no Coreto do Centro Cívico, em frente ao Palácio Senador Hélio Campos. 

"Vamos demonstrar a força dos trabalhadores em educação, professores, vigias, copeiras, merendeiras; para que eles compreendam que uma sociedade se faz a partir do respeito à educação e àqueles que formam seus filhos", afirmou o presidente do Sinter. 

No vídeo, Flávio diz que esteve na Secretaria de Fazenda onde recebeu a informação de que  o pagamento dos profissionais de educação será feito "talvez", a partir de sexta-feira (10).

"Fomos informados que o pagamento dos trabalhadores de educação não será feito hoje (10) e, talvez a partir desta sexta-feira (11), do menor para o maior. Não aceitamos a divisão dos trabalhadores em educação por esse ou aquele motivo. Demos um prazo solicitado ao Governo que era o dia 10 e solicitamos o pagamento dos salários em dia como foi anunciado", disse na publicação. 

Uma comissão de representantes do Sinter já haviam se reunido com o governador Antonio Denarium e solicitado que os salários fossem creditados na conta dos trabalhadores conforme as datas de repasses do Fundeb (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica). 

Em resposta, os profissionais da educação receberam a garantia de que o pagamento seria feito "sem distinção", com o dos demais servidores e cumprindo a chamada folha cheia que inclui o pagamento das contribuições do IPER e sindicatos, além do que é repassado para o empréstimo consignado. 

O Roraima em Tempo entrou em contato com a Secretaria de Comunicação Social do Governo e aguarda retorno.

 

 

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